Não é o mesmo hino, pelo menos para mim: é a primeira vez que ouço d”A Portuguesa” interpretada por uma Alcateia – para o mundo inteiro (perdoa-me a hipérbole)
Também não acho que a interpretação da Seleccção Nacional de Futebol seja a de umas florinhas (de estufa, quiçás?).
É a serenidade da experiência versus o entusiasmo do amadorismo.
E que faz toda a diferença, faz. É a diferença entre ouvir um CD da Mariza a cantar «Oh gente da minha terra…» gravado em estúdio e ouvi-la cantar na Torre de Belém, num gesto largo de braços, para a gente da terra que a adoptou, e ouvi-la a comover-se até às lágrimas.
A intenção e a alma com que se diz certas e determinadas coisas, faz toda a diferença, não achas?
Um exemplo paralelo será talvez com o Hino Alemão, em que o verso «Deustschland über Alles», quer dizer três coisas diferentes antes, durante e depois da II Guerra Mundial: orgulho, arrogância e vergonha. Conheci moços alemães que foram educados a não cantar justamente esse verso, fazem «la-la-la-la».
Não…
Não é o mesmo hino, pelo menos para mim: é a primeira vez que ouço d”A Portuguesa” interpretada por uma Alcateia – para o mundo inteiro (perdoa-me a hipérbole)
Também não acho que a interpretação da Seleccção Nacional de Futebol seja a de umas florinhas (de estufa, quiçás?).
É a serenidade da experiência versus o entusiasmo do amadorismo.
E que faz toda a diferença, faz. É a diferença entre ouvir um CD da Mariza a cantar «Oh gente da minha terra…» gravado em estúdio e ouvi-la cantar na Torre de Belém, num gesto largo de braços, para a gente da terra que a adoptou, e ouvi-la a comover-se até às lágrimas.
A intenção e a alma com que se diz certas e determinadas coisas, faz toda a diferença, não achas?
Um exemplo paralelo será talvez com o Hino Alemão, em que o verso «Deustschland über Alles», quer dizer três coisas diferentes antes, durante e depois da II Guerra Mundial: orgulho, arrogância e vergonha. Conheci moços alemães que foram educados a não cantar justamente esse verso, fazem «la-la-la-la».